5 razões para sua empresa contar com as soluções fiscais no ERP Protheus oferecidas pela TDF Gestão Contábil

Contar com o apoio de um escritório contábil especializado no sistema Protheus da TOTVS como a TDF Gestão Contábil, com conhecimento de negócios e da legislação, oferecendo dessa forma soluções fiscais no ERP Protheus, traz uma série de benefícios para as empresas.

Como a adoção de melhores práticas fiscais e a melhora na performance do sistema. Além disso, também dá a oportunidade para a empresa e para sua equipe entender e otimizar o uso do Protheus. A TDF também oferece soluções integradas ao modelo de negócio da empresa e às práticas de seu mercado.

Para entender melhor quais são os benefícios de contar com as soluções fiscais no ERP Protheus oferecidas pela TDF, acompanhe o artigo.

Porque contar com as soluções fiscais no ERP Protheus

As empresas brasileiras costumam encontrar muitos desafios para se adequar a todas exigências fiscais da Receita Federal. Acompanhar as atualizações e mudanças advindas com o SPED, que exigem diversas adaptações inclusive nos sistemas de gestão empresarial, como é o caso do ERP Protheus, é outro grande desafio.

Se falta conhecimento da legislação e sobre o melhor uso do sistema, aumenta-se o risco de falhas que podem trazer prejuízos para as empresas. Como multas do Fisco; dificuldades em se adequar às exigências; erros no sistema; retrabalho e desmotivação na equipe.

O cenário muda se a empresa tiver o apoio certo com soluções integradas dentro do sistema. Por isso, confira agora as 5 razões para você contar com a soluções fiscais no ERP Protheus e o conhecimento da TDF Gestão Contábil tanto de legislação quanto do uso do sistema da TOTVS.

1. Apuração fiscal

A TDF Gestão Contábil realiza a apuração fiscal e das obrigações acessórias da empresa. Tendo êxito na obtenção de crédito na operação e desenvolvendo melhores processos para estruturar e melhorar a escrituração de impostos e tributos.

2. Atendimento personalizado

A TDF oferece para as empresas clientes um atendimento personalizado ao negócio, com uma equipe de contadores que detém o conhecimento no ERP PROTHEUS para atender todas demandas fiscais.

3. Equipe de contadores à disposição

Com uma equipe de mais de 25 contadores com conhecimento do sistema da TOTVS e aprendizagem constante, a TDF se destaca no mercado e oferece às empresas soluções cada vez mais focadas e estratégicas.

A equipe de contadores da TDF está sempre atualizada e acompanha de perto todas as mudanças na legislação, realizando em seguida as atualizações no ERP Protheus.

4. Segurança por estar em dia com as obrigações

Independente do segmento dos negócios, a equipe Fiscal da TDF operacionaliza no ERP PROTHEUS da TOTVS e garante que as empresas estejam sempre em dia com as obrigações. Dessa forma, a empresa garante todos os benefícios de estar em dia com o Fisco e por adotar as melhores práticas fiscais.

5. Soluções fiscais no ERP Protheus com atuação no sistema e conhecimento da legislação

A TDF realiza atendimento e atualização perante as dúvidas simples e complexas das empresas no ERP PROTHEUS, tanto no âmbito Federal, como Estadual e Municipal. “Temos a solução completa para as empresas: atendimento à legislação e atuação no ERP PROTHEUS”, destaca o CEO Tiago Jacobsen.

Conheça melhor a TDF Gestão Contábil

A TDF é um escritório contábil com 17 anos de atuação no mercado nacional com mesa técnica multidisciplinar composta por mais de 33 contadores com especialização no ERP Protheus e conhecimento de negócio nas diversas segmentações de empresas: varejo, atacado, indústria e serviços.

O objetivo da TDF é contribuir para a melhora da performance dos negócios, implementando atividades constantes de otimização fiscal e contábil. É a expertise sistêmica sobre o ERP Protheus aliada ao conhecimento prático da legislação para solucionar os problemas das empresas e otimizar seus resultados. Fale agora com um de nossos consultores.

 

Guia exclusivo TDF com tudo sobre a EFD-REINF e as novas datas para se adequar

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Descubra quais são as novas datas EFD-REINF e baixe grátis um ebook exclusivo produzido pelos especialistas da TDF.

A Receita Federal anunciou as novas datas da EFD-REINF para empresas que se enquadram no 2º, 3º e 4º grupos (esse último ainda com prazo a ser definido). Confira aqui quais são as novas datas da EFD-REINF e faça o download gratuito de um guia exclusivo sobre o assunto.

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O que é EFD-REINF?

EFD-REINF é a sigla para Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais. Ela é um novo módulo do SPED e uma complementação ao e-Social. Na prática, a EFD-REINF estabelece a forma com que uma série de informações tributárias e previdenciárias passam a ser prestadas.

O sistema EFD-REINF irá receber e armazenar informações que anteriormente eram entregues ao Fisco anualmente, como a DIRF, SEFIP e a DCTF. Com a EFD-REINF, tudo isso passa a ser enviado mensalmente e de forma online.

A EFD-REINF foi regulamentada na Instrução Normativa nº 1.701, publicada no Diário Oficial da União em 2017. Em outubro de 2018, houve uma alteração com a publicação no DOU da Instrução Normativa RFB nº 1.842. A qual regulamenta novas datas da EFD-REINF para empresas identificadas no segundo grupo.

Quais são as novas datas da EFD-REINF?

O objetivo das novas datas da EFD-REINF é alinhar a entrega dessa obrigação com o eSocial. Segundo informa a Receita Federal, isso foi realizado “para que as contribuições previdenciárias possam ser apuradas pelas escriturações, confessadas pela DCTFWeb, e extintas pelo recolhimento em Documento de Arrecadação Federal (Darf)”.

Dessa maneira, as novas datas da EFD-REINF para os Grupos 2, 3 e 4, de acom a instrução n°1842, são:

  • 2º Grupo: a partir das 8 (oito) horas de 10 de janeiro de 2019, referentes aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2019;
  • 3º Grupo: a partir das 8 (oito) horas de 10 de julho de 2019, referentes aos fatos ocorridos a partir de 1º de julho de 2019; e
  • 4º Grupo: em data a ser fixada em ato da RFB.

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  • Como enviar no ERP PROTHEUS: usuários do sistema TOTVS Protheus descobrem como realizar o envio a partir do TAF PROTHEUS.

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A TDF Gestão Contábil é especializada em melhorar a performance das empresas que atuam com o ERP Protheus. O foco de trabalho é no backoffice Contábil, Fiscal e de Departamento Pessoal. Entre em contato com a TDF Gestão Contábil e saiba mais sobre nosso trabalho.

7 dicas indispensáveis para alcançar as melhores práticas fiscais

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Quer saber quais são as melhores práticas fiscais para sua empresa adotar? Confira as dicas que os especialistas da TDF prepararam especialmente para você!

A gestão fiscal deve estar entre as prioridades das empresas que querem colher bons frutos de uma relação saudável com a Receita Federal. Algo que ficará ainda mais em evidência com a futura criação do Programa de Pró-Conformidade do Fisco. Saiba mais sobre o Pró-Conformidade aqui.  

Além disso, ao adotar as melhores práticas fiscais, sua empresa também irá evitar o risco de eventuais multas por inadimplência e terá muitos outros benefícios. Tais como uma melhor organização interna, redução de custos e otimização do tempo de trabalho da equipe.

Dicas das melhores práticas fiscais

A saúde financeira da sua empresa está relacionada com sua gestão fiscal. Por isso, fique atento para entender quais são as melhores práticas fiscais e as implemente em sua empresa. Confira!

#1 Equipe alinhada com a tecnologia

Em primeiro lugar, vale destacar que o time que você constrói em sua empresa é fundamental para o sucesso dela. Independente dos níveis que atuam os colaboradores, todos são importantes para a performance da organização.

Isso porque um time integrado aos valores e objetivos da empresa faz muita diferença. Dessa forma, a escolha inteligente de novos colaboradores, assim como incentivos para quem já faz parte da equipe, é uma boa prática para ter um empreendimento de sucesso.

Posto isso, para além de um time comprometido e eficiente, para colher melhores resultados ele também precisa estar alinhado com as suas expectativas e com as do mercado no qual a empresa está inserida.

Mas o que isso quer dizer? Por exemplo, se os seus concorrentes já estão usando recursos tecnológicos para otimizar o tempo e melhorar a eficácia do trabalho, isso significa que a sua empresa e sua equipe também já deveriam estar preparados para usar esses recursos.

#2 Adoção de softwares de gestão tributária

Cada vez mais o uso inteligente de recursos tecnológicos têm se tornado um fator competitivo para melhorar a performance das organizações. Sendo assim, uma equipe financeira alinhada com os recursos tecnológicos mais indicados, proporcionará as melhores práticas fiscais para sua empresa. E, dessa maneira, irá contribuir para atingir o Compliance Fiscal.

Leia também: Compliance Fiscal: o que é e qual importância

Nesse sentido, destaca-se o aumentos na adoção de softwares de gestão tributária nas empresas. Eles costumam ser muito mais eficazes do que planilhas em Excel, por exemplo, e facilitam o trabalho da equipe para atingir a conformidade da empresa com a legislação brasileira.

Mas é claro que a escolha por um software deve também depender das especificidades da sua empresa e deve-se levar em conta quais são os recursos, tanto monetário quanto de pessoal, disponíveis para que isso seja realizado.

#3 Análise de seus processos

Uma dica de ouro para se adotar as melhores práticas fiscais na sua empresa é a seguinte: realize a análise atenta e periódica de seus processos e dados. Isso com o objetivo de fazer uma verificação e identificação de erros para o cumprimento de todas obrigações acessórias. Assim como para identificar outros possíveis gargalos que podem estar afetando a performance ou produtividade de sua empresa.

#4 Automação dos processos

Invista na automação dos processos. Essa ação trará economia de tempo e recursos, além de eliminar processos manuais e possíveis falhas humanas que podem gerar risco para a empresa.

#5 Gerenciamento do calendário de obrigações

Essa dica para melhores práticas fiscais parece simples, mas é essencial. O gerenciamento efetivo do calendário de entregas das obrigações irá contribuir para um controle rigoroso sobre sua gestão fiscal. Facilitando e otimizando o trabalho da equipe, além de minimizar os riscos.

#6 Revisão atenta

Se tratando de melhores práticas fiscais, a revisão sempre deve constar no planejamento. Realize a revisão e saneamento dos cadastros de serviços, materiais, produtos e insumos da empresa. Validando todos os tributos e retenções tendo como base a legislação vigente.

#7 Gestão dos documentos fiscais eletrônicos

O SPED Fiscal veio para facilitar a vida dos empresários, gestores fiscais e demais profissionais que lidam diariamente com a escrita tributária. Contudo, como ainda estamos em uma fase de adaptação, a atenção deve ser redobrada para que nada fique de fora.

Por isso que, realizar uma eficiente gestão dos documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFS-e e CT-e), é tão importante. Também é fundamental arquivar de modo seguro todos os documentos relacionados à escrita fiscal, deixando-os sempre bem organizados e com fácil acesso.

Além disso, a empresa também pode adotar estratégias de Compliance Fiscal para sempre estar regularizada com a Receita.

Precisa de ajuda com a gestão fiscal da sua empresa? Entre em contato com a TDF Gestão Contábil e saiba mais sobre nosso trabalho.

ECD 2018 no ERP Protheus: o que você precisa saber sobre a entrega do Sped Contábil

ECD 2018 no ERP Protheus

Confira os detalhes sobre o envio da ECD 2018 no ERP Protheus, com tudo que você precisa saber sobre as atualizações do Sped Contábil e as alterações do leiaute no Protheus.

Conforme já informamos em nosso Calendário Fiscal 2018, a Escrituração Contábil Digital deve ser entregue até o dia 31 de maio pelas empresas que optaram pelos regimes tributários Lucro Presumido ou Lucro Real.

Entenda a ECD ou Sped Contábil

A Escrituração Contábil Digital (ECD) foi instituída para fins fiscais e previdenciários e deve ser transmitida ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Seu principal objetivo foi o de substituir o envio de arquivos em papel.

O arquivo da ECD em formato digital contempla:

  • Livro Diário e seus auxiliares, se houver;
  • Livro Razão e seus auxiliares, se houver;
  • Livro Balancetes Diários, com balanços e fichas de lançamento comprobatórias do que está transcrito.

O Livro Razão e o Livro Diário contêm todas as informações relativas a movimentações financeiras realizadas pelas empresas. Neles constam tudo aquilo que as instituições faturaram e pagaram.

Obrigatoriedade

Basicamente, as pessoas jurídicas que devem enviar, obrigatoriamente, a ECD 2018 são as que optaram pelos regimes tributários Lucro Real. Além disso, devem entregar:

  • Entidades imunes ou isentas que auferiram no ano-calendário de 2017 receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios ou ingressos assemelhados cuja soma seja maior ou igual a R$ 1,2 milhão ou proporcional ao período escriturado.
  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido que distribuíram, a título de lucro, sem incidência do IRRF, parcela de lucros ou dividendos superiores ao valor da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica diminuída dos impostos e contribuições a que estiver sujeita.
  • Micro Empresa e Empresa de Pequeno Porte que tenham recebido aporte de capital na forma prevista nos arts. 61-A a 61-D da Lei Complementar nº 123/2006 (investidor anjo);
  • As Sociedades em Conta de Participação (SCP), como livros auxiliares do sócio ostensivo.

Pazo de entrega da ECD 2018

O prazo para a entrega da ECD (Escrituração Contábil Digital) é sempre no último dia útil do mês de maio subsequente ao qual o ano-calendário se refere. Em 2018, a data máxima para entrega é 31 de maio.

Alterações da ECD 2018

A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) divulgou a Instrução Normativa RFB nº 1.774/2017 em dezembro do ano passado. Além de revogar a norma anterior (Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013), ela trouxe novas regras a serem observadas a partir de 2018.

As mudanças são em relação à entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD), do ano-calendário de 2017 e situações especiais em 2018.

As principais novidades para a ECD 2018 são:

  • O recibo de transmissão da ECD agora é comprovante de autenticação;
  • ME e EPP entram na obrigatoriedade de entrega da ECD, desde que tenham recebido aporte de capital;
  • ECD é facultativa para sociedade empresária ou empresário;
  • Alteração no nome do programa da ECD, de Programa Validador e Assinador (PVA) para Programa Gerador de Escrituração (PGE);
  • Há possibilidades de edição da ECD;
  • Mais detalhes no link;

ECD 2018 no ERP Protheus

Para a ECD 2018 no ERP Protheus, a Totvs disponibilizou o leiaute 6.0 com o pacote de atualização necessário para a entrega da obrigação neste ano.

O pacote de atualização leiaute 6.00 contemplando as notas explicativas dos registros pode ser encontrado para download no site da Totvs.

Saiba mais sobre o checklist realizado pela Totvs a respeito da ECD 2018 no ERP Protheus.

Conclusão

A ECD deve ser gerada por meio do Programa Gerador de Escrituração (PGE), desenvolvido pela Receita Federal e disponibilizado na internet, no site do Sped.

Prazo máximo da entrega da ECD 2018: 31/05

Tenha acesso ao Manual da Totvs para a ECD 2018 no ERP Protheus.

Precisa de ajuda na entrega da ECD? Entre em contato com a TDF e conheça nossas soluções contábeis, fiscais e de DP para empresas com sistema de gestão ERP Protheus.

Qual a importância de um Planejamento Tributário?

O Planejamento Tributário é a administração e controle dos compromissos fiscais da empresa. A análise da realidade tributária da empresa e a redefinição do seu posicionamento, por meio do desenvolvimento do chamado Planejamento Tributário, pode permitir para a empresa uma grande economia financeira, capaz de dar fôlego e impulsionar as suas atividades.

É no começo de cada ano ou exercício fiscal que as empresas têm preocupações a mais. Como definição do regime de tributação (Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional) mais adequado para a sua atividade durante todo o ano calendário, além da adoção de outras providências e cautelas que podem implicar numa significativa economia tributária.

Entre os principais objetivos do Planejamento Tributário de uma empresa, podemos destacar gerar ganhos altos para o negócio, reduzir os custos e ainda conquistar melhores resultados.

Sempre que um novo exercício financeiro está começando, a empresa deve fazer um planejamento de todas as suas atividades, incluindo aquelas que são relacionadas ao pagamento de impostos e outros tributos. O Planejamento Tributário é um meio lícito que favorece a redução no pagamento de impostos, taxas e contribuições de diferentes maneiras.

Principais benefícios do Planejamento Tributário

  • Escolha do melhor regime tributário,após análise cuidadosa do perfil de sua empresa e de simulações);
  • Consulta e lançamento correto das informações nos livros fiscais a fim de evitar cálculos errados e pagamentos a mais;
  • Identificação de oportunidades previstas em lei para se isentar de tributos ou reduzir o percentual das alíquotas (créditos e incentivos fiscais);
  • Recuperação de créditos (pagamentos a mais ou indevidos) seja através de compensações, seja através de restituição em dinheiro;
  • Identificação de oportunidades

Porque Terceirizar o Planejamento Tributário?

O Planejamento Tributário depende de dados confiáveis e regulares. Caso contrário, ficará sujeito a erros e apresentará estimativas e análises equivocadas, que podem causar prejuízos para o negócio.

Para que o planejamento seja bem efetuado, recomenda-se os serviços especializados de uma empresa contábil qualificada, com vasta experiência no setor fiscal e tributário.

A terceirização desses serviços, além de implicar em menores custos para a empresa, favorece o empreendedor em seu relacionamento com o Fisco e garante vantagem no mercado. Isso porque ela terá os benefícios de um serviço de alta qualidade e reconhecidamente eficiente.

TDF Gestão Contábil garante sua segurança tributária

A TDF Gestão, Contabilidade e Resultado, possui uma equipe de 26 colaboradores com 16 anos de atuação no mercado contábil. Nosso foco é atender clientes que possuem o ERP Protheus, realizando a Contabilidade, o Fiscal e o Departamento Pessoal de empresas de todo o país.

Entre nossos serviços, garantimos segurança tributária na sua empresa com nossa terceirização do Departamento Fiscal e atualização da legislação no ERP Protheus.

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Calendário fiscal: Escrituração Contábil Fiscal (ECF) no ERP Protheus

Ficar atento aos prazos e regras das obrigações acessórias é de extrema importância para que as empresas não tenham complicações com o Fisco. Mas mesmo sabendo da data limite, muitas instituições deixam para enviar as informações na última hora e várias dúvidas podem aparecer nesse momento.  

Ter nas mãos uma informação correta e confiável pode ser um diferencial para que os usuários do Protheus consigam gerar essas obrigações sem dificuldades.  Foi por isso que nós da TDF Assessoria Contábil preparamos esse post com informações sobre a geração da ECF (Escrituração Contábil Fiscal ) no ERP Protheus.

O que é ECF?  

A Escrituração Contábil Fiscal é uma obrigação acessória para todas empresas jurídicas, com exceção das optantes pelo Simples Nacional ou que estejam inativas.  A ECF substitui a DIPJ (Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica) desde 2015, o que atende à implantação do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), que prevê que as obrigações acessórias sejam feitas no meio digital, buscando qualificar a fiscalização e o cruzamento de dados pela Receita Federal.

Na ECF devem ser informadas todas as operações que influenciam a composição da base de cálculo e o valor devido do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Vale ressaltar que para as empresas que também realizam a ECD (Escrituração Contábil Digital), muitas das informações da ECF são recuperadas dessa obrigação. 

O prazo para envio da ECF, referente ao ano-calendário 2016, é o último dia útil de julho, sendo na segunda-feira 31/07/2017. O atraso pode gerar multa para a empresa, por isso é preciso ficar atento ao prazo final e para atender todas informações corretamente.

Nesse ano houve algumas mudanças na ECF e mais informações são necessárias. Destaque para a criação de um novo layout para geração do ECF 2017, o Leiaute 3 – Ano-calendário 2016 e Situações Especiais de 2017 (confira o link para acessar no fim do post). Também foi criado o bloco W: Declaração de País a País, com declaração obrigatória a partir desse ano. E a criação do registro 0021: Cadastro de Identificação dos tipos de programas.

ECF no ERP Protheus

O ERP Protheus pode auxiliar a empresa na entrega do ECF dentro do prazo e de acordo com os padrões da Receita Federal, minimizando os riscos. Contudo, é necessário realizar o preenchimento adequado dos seus módulos.

No ERP Protheus, o preenchimento do ECF é realizado na Contabilidade Gerencial, no ambiente TAF (TOTVS Automação Fiscal). A ECF tem os seguintes blocos para preenchimento das informações:

A partir do ERP, a empresa gera um arquivo digital. Este arquivo é submetido ao Programa Validador e Assinador (PVA) fornecido pelo SPED, onde deve ser realizada a validação do arquivo contendo a escrituração e assinatura digital do livro pela(s) pessoa(s) jurídicas responsáveis, de acordo com os registros da Junta Comercial, e pelo Contabilista.

Dúvidas sobre a ECF no Protheus

Está com dúvidas sobre como gerar a ECF no ERP Protheus? Continue acompanhando nosso blog e entre em contato conosco!

Mais informações 

Manual de Orientação para o ECF/ 2017 da Receita Federal – aqui

Alterações em 2017 – Leiaute 3.0  do Protheus – aqui

Saiba mais sobre a ECF – aqui

Dia 30 está chegando: Atenção com o Bloco M da ECF

Os departamentos fiscais e contábeis de grande parte das empresas do país estão bem movimentados devido a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF), cujo o prazo é o dia 30 de setembro. Como toda novidade, há inúmeras dúvidas sobre o preenchimento dos campos e a importância dos registros.

Com a nova exigência, só quem não precisa entregar a ECF são as empresas que se encaixaram no Simples e aquelas que são imunes ou isentas. Para ficar atento às mudanças, que tal esclarecer aquelas etapas que vão requerer maior cuidado na hora do preenchimento?

A importância da ECF

Uma obrigação acessória que passará a ser entregue dentro do ambiente SPED, a ECF vai ampliar a capacidade de fiscalização da Receita Federal. Com ela, o fisco passa a adquirir uma grande agilidade na verificação das informações prestadas pelas empresas, possibilitando cruzar os dados de várias obrigações acessórias dentro do ambiente digital do SPED, como a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais – DCTF, e o Programa Gerador do Pedido de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação – PER-Dcom.

O que é o Bloco M

É bom salientar que todos os blocos e registros dentro da ECF são importantes. O preenchimento incorreto de um determinado campo poderá impedir o envio da declaração, ou gerar uma penalidade futura se for constatada inconsistência nas informações.

O preenchimento do Bloco M requer muita atenção, já que trata-se dos dados provenientes do e-Lalur e e-Lacs. Como é a primeira vez que a ECF será entregue, o preenchimento de todos os saldos deste bloco deve ser feito com muito cuidado, já que os valores informados agora vão influenciar, posteriormente, nas próximas ECF e permitirão ao fisco acompanhar automaticamente os valores de prejuízos fiscais e base de calculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL.

Via: contadores.cnt

Declaração será entregue no ambiente SPED pela primeira vez

O prazo para a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) termina no próximo dia 30 de setembro. A declaração deve ser feita por todas as empresas optantes pelo lucro real, as de lucro presumido e as entidades sem fins lucrativos que pagam PIS sobre a folha de pagamento.

Criado pelo governo federal para modernizar e simplificar as obrigações do contribuinte com o Fisco, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é um ambiente digital. A Escrituração Contábil Digital (ECD), a Escrituração Fiscal Digital (EFD) e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) são os três primeiros projetos do Sped que foram implantados.

Criada para substituir a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), a ECF passa a ser cobrada a partir desse ano.

Sujeito a multa

Quem não entregar a declaração fica sujeito a multa equivalente a 0,25%, por mês-calendário ou fração, do lucro líquido antes da incidência do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido no período a que se refere a apuração, limitada a 10%.

Via: http://www.jornalcontabil.com.br

Empresas estão correndo para ajustar sistemas ao SPED Fiscal

As empresas irão passar por uma importante mudança em 1º de janeiro de 2016, conforme programação do calendário do SPED Fiscal. A partir desta data as empresas estarão obrigadas a enviar o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque por meio do Bloco K do SPED Fiscal, conforme o Ajuste Sinief 17/14 que dispôs a obrigatoriedade do Bloco K. Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e os estabelecimentos atacadistas serão impactados diretamente por essa obrigatoriedade, podendo, a critério do Fisco, ser exigida também de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

Cadastro no Bloco K

As empresas deverão cadastrar no Bloco K do SPED Fiscal, qual a matéria prima que será utilizada para a fabricação de um produto, isto é, o consumo específico padronizado, além de perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos para todos os produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.É importante que as empresas iniciem o processo de adequação para se adaptar a essa nova demanda, imediatamente, já que só restam seis meses de prazo.

Entenda melhor

As legislações do ICMS (imposto estadual) e a do IPI (imposto federal) obrigam essas empresas a registrar, nos livros próprios, as ações que realizam. No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas às entradas e saídas, à produção e às quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

O grande problema é a complexidade desse registro, sendo que nele deve se registrar todas as operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para empresas uma ERP bem ampla que forneça uma estrutura para registro dessas informações.

Assim, a Receita Federal terá registrada no Bloco K do SPED Fiscal, as quantidades produzidas e os insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, podendo através desta informação, projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado do contribuinte. Além disso, contará também com as informações de industrialização efetuada por terceiros e dados dos comércios.

Via: Contabeis.com

Empresas só têm seis meses para se adequarem ao Bloco K

Uma importante mudança está sendo programada pelo calendário do SPED Fiscal para o dia 1º de janeiro de 2016. A partir dessa data, as empresas terão a obrigação de enviar o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque por meio do Bloco K do SPED Fiscal, conforme o Ajuste Sinief 17/14 que dispôs a obrigatoriedade do Bloco K.

Quem será impactado diretamente pela mudança: os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

Por isso, é importante que as empresas estejam atentas a essa necessidade, já que a obrigação é complexa e trabalhosa, devido à necessidade de detalhamento de informações.

O envio já era exigido às empresas antes da nova obrigação, mas isso não era uma prática dos empresários, já que o livro de Controle da Produção e de Estoque quase nunca era exigido, porém, a fiscalização a partir de afora será muito mais ativa.

Com a mudança, as empresas deverão cadastrar no Bloco K do SPED Fiscal, quais os produtos que serão utilizados para a fabricação de um produto, isto é, o consumo específico padronizado, além de perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos para todos os produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.

Entenda melhor

As legislações do ICMS (estadual) e a do IPI (federal) obrigam essas empresas a registrar, nos livros próprios, as ações que realizam. No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas às entradas e saídas, à produção e às quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

O grande problema é a complexidade desse registro sendo que nele deve se registrar todas as operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para empresas uma ERP bem amplo que forneça uma estrutura para registro dessas informações.

Assim, a Receita Federal terá registrada no Bloco K do SPED Fiscal, as quantidades produzidas e os insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, podendo através desta informação, projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado do contribuinte. Além disso, contará também com as informações de industrialização efetuada por terceiros e dados dos comércios.

Via: Jornal Contábil