Bloco K em 2019: sua empresa está preparada para o envio completo?

A partir de 1º de Janeiro, os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE, que já enviavam parte das informações sobre seu estoque para a EFD (Escrituração Fiscal Digital) e possuem faturamento anual superior a R$300 milhões, agora serão obrigados a realizar o envio completo do Bloco K em 2019.

Além dos estabelecimentos do Grupo 1 que devem realizar a escrituração completa do Bloco K em 2019, as indústrias ou atacadistas enquadradas no Grupo 3 devem começar a enviar informações ao Bloco K a partir de Janeiro. Para esse grupo, o envio será restrito à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280.

O Bloco K é a versão eletrônica do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque e deve ser enviado mensalmente ao SPED.

Para entregar essas informações à Receita Federal, as indústrias, ou equiparadas como indústrias de acordo com a legislação, e os atacadistas, que não estejam enquadradas no Simples Nacional, precisam adequar seus controles de estoque a toda estrutura exigida pelo Fisco.

Entenda melhor quais empresas se enquadram no Grupo 1 e Grupo 3 e que devem enviar o Bloco K em 2019.

Bloco K em 2019

Grupo 1) Faturamento anual igual ou superior a R$ 300.000.000,00:

1º de janeiro de 2019: correspondente à escrituração completa do Bloco K para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE;

Grupo 3) Demais contribuintes:

1º de janeiro de 2019: restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os demais estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32, os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da CNAE e os estabelecimentos equiparados a industrial, com escrituração completa conforme escalonamento a ser definido.

Entenda melhor como se adequar ao Bloco K

Na escrituração do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque são registradas as entradas e saídas, a produção e as quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

Todas essas informações devem ser passadas ao Bloco K do SPED Fiscal de acordo com o calendário e escalonamento definido pelo Ajuste Sinief 25/2016. Vale ressaltar também que somente a escrituração completa do Bloco K na EFD desobriga a escrituração do Livro modelo 3.

O registro do Bloco K é complexo e as indústrias devem estar preparadas.

Como são registradas todas operações, há também uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria.

Isso salienta a importância das indústrias ou atacadistas terem um ERP bem amplo e que forneça uma estrutura para registro dessas informações de forma adequada conforme é (ou será) exigido pelo Fisco através do Bloco K.

Além disso, um dos principais objetivos da Receita Federal com o Bloco K é ter maior controle sobre essas informações relativas ao estoque e produção. O intuito é identificar com maior facilidade a sonegação fiscal.

Com o Bloco K, o Fisco passará a ter acesso mais rápido e completo a todos os processos produtivos e movimentações das empresas. O que possibilitará grande facilidade para o cruzamento dos dados dos saldos apurados pelo SPED com os informados pelas empresas nos inventários.

Contribuindo para que a Receita encontre possível sonegação ou erros de forma mais fácil e atue conforme a legislação ordena.

Por isso é tão importante que as indústrias se preparem da forma correta e não tenham nenhuma surpresa desagradável com multas ou outros problemas com o Fisco.

E você tem alguma dúvida sobre o envio do Bloco K com o ERP Protheus?

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SPED Fiscal: Prazo do Bloco K para indústrias que faturam mais de R$78milhões

A partir de janeiro de 2018 o Bloco K passa a ser obrigatório também para as empresas com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões ao ano e classificadas nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

O Bloco K é a versão eletrônica do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque e deve ser enviado mensalmente ao SPED. Para entregar essas informações à Receita Federal, as empresas precisam adequar seus controles de estoque a toda estrutura exigida pelo Fisco.

O processo de adaptação abrange desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros, bem como, ajustes de inventários, compras, vendas e outras operações.

Quais empresas precisam se adaptar ao Bloco K em Janeiro de 2018?

Serão impactados diretamente pela mudança: os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

Desde o início de 2017, as indústrias brasileiras que faturam mais de R$300 milhões, classificadas nas divisões 10 a 32 da CNAE, já estão informando o Bloco K no SPED Fiscal mensalmente.

Em janeiro em 2018 é a vez das indústrias que faturam R$78 milhões ou mais, classificadas nas mesmas divisões da CNAE (10 a 32), se adaptarem ao Bloco K. As demais terão mais tempo para se adaptar, entre 2019 e 2022.

Para fins do Bloco K, é considerado estabelecimento industrial aquele que possui qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento.

Considera-se faturamento a receita bruta de venda de mercadorias de todos os estabelecimentos da empresa no território nacional, industriais ou não, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de vendas e os descontos incondicionais concedidos.

Entenda melhor o Bloco K

No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas as entradas e saídas, a produção e as quantidades relativas aos estoques de mercadorias. Todas essas informações devem ser passadas ao SPED.

Contudo, esse registro é complexo, pois deve-se registrar todas as operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para as empresas um ERP bem amplo que forneça uma estrutura para registro dessas informações.

Além disso, um dos principais objetivos da Receita Federal com o Bloco K é ter maior controle sobre essas informações relativas ao estoque e produção. O intuito é identificar com maior facilidade a sonegação fiscal.

Com o Bloco K, o Fisco passará a ter acesso completo a todos os processos produtivos e movimentações dessas empresas. O que possibilitará grande facilidade para o cruzamento dos dados dos saldos apurados pelo SPED com os informados pelas empresas nos inventários.

Tem alguma dúvida sobre o Bloco K? Entre em contato com a TDF e faça a sua pergunta. Confira outros artigos sobre o Bloco K.

4 vantagens de estar adequado ao Bloco K do SPED Fiscal

A atividade contábil é uma das áreas que mais amedronta os donos e investidores de grandes e pequenas empresas. Estar em dia e adequado com todas as exigências da Receita Federal parece um grande desafio – e muitas vezes vemos profissionais da área da contabilidade cometendo deslizes que poderiam ser facilmente evitados com a melhor divulgação e compreensão de informações relacionadas com a atividade contábil.

Para lhe ajudar a compreender melhor as informações sobre essa área da sua empresa, vamos tratar, nesse artigo, de um assunto que tem levantado várias dúvidas na atividade tributária de um negócio. Aqui você vai compreender como se manter adequado ao bloco K do SPED Fiscal e quais são as vantagens de se atentar a esse detalhe. Confira!

SPED e Bloco K, o que são?

O SPED é a sigla para Sistema Público de Escrituração Digital e que é responsável por modernizar as atividades obrigatórias de contribuição das empresas aos órgãos fiscalizadores. É ele o responsável por emissão de documentos como a Nota Fiscal Eletrônica, a escrituração contábil digital e a escrituração fiscal digital.

O Bloco K, por sua vez, é um livro de registro de controle de produção e estoque de uma empresa, disponível em versão digital. Muitas empresas, nos modelos antigos de declaração dessas atividades, burlavam a ação da Receita Federal. Por esse motivo, a partir de 2017 a maneira de trabalhar e declarar o bloco K no SPED será diferente. Algumas das vantagens de conhecer esse novo modelo de declaração são:

O Fisco estará mais atento às sonegações no Bloco K

Como a Receita Federal já vinha percebendo que as declarações realizadas no Bloco K eram bastante passíveis de sonegação, a partir de 2017 o fisco vai fechar ainda mais o cerco nessas análises, com o objetivo de tornar mais eficiente o recolhimento correto dos valores financeiros relacionados à essas atividades.

O envio do bloco K será obrigatório para empresas atacadistas e indústrias

As grandes empresas relacionadas com o mercado atacadista e industrial – ou seja, que movimentam um grande volume de produtos e informações – terão como atividade obrigatória o envio do bloco K. Esse envio só não será obrigatório para MEIs ou empresas enquadradas no sistema simples nacional.

Melhor atividade do Fisco também é benéfico para sua empresa

Ao contrário do que muitos de nós brasileiros imaginamos, a atividade da Receita Federal não deve ser vista somente como uma maneira de perder dinheiro e, portanto, lucratividade para o seu negócio. O recolhimento correto dos impostos relacionados ao Bloco K, além de garantir uma boa imagem para o seu negócio, ajudam a tornar a atividade da Receita Federal no que ela realmente deveria significar para todos nós: uma maneira de investir em benefícios e facilidades para todas as empresas e indústrias do país.

Somente quando paramos de sonegar e voltamos a tratar o imposto fiscal como algo sério e obrigatório é que poderemos exigir da Receita Federal a realização dos seus deveres.

Sua empresa está adequada ao Bloco K do SPED Fiscal? Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Conte para a gente! Quer saber mais sobre o Bloco K e sua importância no negócio?

Faça o download do nosso guia sobre o assunto!

Conheça 3 impactos do Bloco K sobre a indústria

A utilização de um sistema (ERP) que garanta a geração do arquivo atendendo o layout é só o primeiro desafio do famoso Bloco K do SPED Fiscal, que estará em vigor a partir de janeiro de 2016. Contudo, um dos pontos fundamentais é o conteúdo que será exposto ao fisco.

Você sabe quais as informações base para o Bloco K? Ele é composto de dados amplos quanto ao que acontece com os materiais dentro da empresa, desde o estoque à produção.

Confira três impactos que o Bloco K terá sobre a indústria:

1: Controle do Consumo do Insumo

Ter controle de estoque e utilização dos insumos será um dos itens exigido das empresas industriais. Já movimentações de ajuste de estoque, movimentações de consumo interno de insumos não apropriados a ordens de produção, não serão escriturados no Bloco K. Como se deve emitir nota fiscal para estas saídas, a orientação é que estas movimentações sejam escrituradas em outro bloco.

2: Perda Padrão

Como a informação sobre os produtos é solicitada ao contribuinte, também será a informação dos coeficientes de utilização dos insumos para o produto produzido, com percentual de perda, ou seja, para quem usa o sistema Protheus da TOTVS, estrutura do produto. Caso durante o processo de produção tenhamos perda ou consumo superior ao previsto na estrutura do produto que exceda o percentual de perda, caberá a fiscalização “entender” o que é razoável ou não.

3: Controle do Estoque e Equívocos Comuns

O fisco terá condições de ter um controle de estoque em paralelo ao da sua empresa, devido às informações disponibilizadas.

Saiba quais são alguns dos equívocos comuns que passam a gerar exposição à empresa pós Bloco K:

· Entrar nota de entrada com unidade de medida não coerente com a unidade de medida do estoque;
· Lançar posterior ao fechamento de uma OP, movimentações de insumos (requisição ou devolução);
· Utilizar um insumo e o previsto na estrutura era outro;
· Utilizar sobras de outras OPs ou materiais de clientes para produzir, apontando como se fossem consumidos do estoque;
· Deixar OPs em aberto indefinidamente;
· Não ter controle de material em terceiros;
· Utilizar materiais de terceiros e apontar como se fosse próprio;
· Abrir uma OP para assistência técnica;

Normalmente são equívocos de procedimentos que devem ser realizados no sistema, mas que muitas vezes não são observados.

Portanto, cabe a consultoria de ERP, juntamente com a assessoria fiscal e contábil da empresa, analisar os processos e procedimentos que estão sendo realizados e propor procedimentos que sejam coerentes para evitar exposições desnecessárias.

Via: administradores.com

O Bloco K vem aí. Prepare-se!

O Governo vem estruturando desde 2007 um grande sistema de informações denominado Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Mas, afinal, o que é isso? Resumindo, significa que toda a escrituração comercial de uma empresa, contabilidade, livros fiscais, folha de pagamento, entre outras, migrarão do papel para a forma digital e todos esses dados ficarão à disposição dos Fiscos para efetuarem diversos cruzamentos afim de verificar sua consistência e se há desvios, erros e sonegações. E por que Bloco K? Essas informações são estruturadas em projetos e cada um desses projetos possui blocos de informações.

O que é a Escrituração Fiscal Digital?

Entre os projetos, um deles é a Escrituração Fiscal Digital (EFD), que substitui os livros fiscais (entradas, saídas, inventário, controle da produção e do estoque, etc) em papel para o formato digital. Esse projeto já vigora há algum tempo e está sendo implementado aos poucos em empresas e também em seus blocos de informação.

Mais um pouco desse projeto passará a ser exigido a partir de 2016, que será obrigatório para indústrias e equiparadas. Com ele, o fisco saberá exatamente como cada produto é produzido dentro da empresa, quais as matérias primas que o compõe, qual o percentual de perdas no processo de produção, como ele é feito, etc.

Nota espelhada, meia nota, manipulações de quantidade de estoque. Essas são apenas algumas práticas de sonegações fiscais que o projeto pretende facilitar a detecção pelo Fisco.

Bloco K

Com o Bloco K, o Fisco passará a ter acesso completo a todos os processos produtivos e movimentações dessas empresas. O que, por sua vez, possibilitará grande facilidade para o cruzamento dos dados dos saldos apurados pelo SPED, com os informados pelas empresas nos inventários. Assim, em caso de diferenças de saldos que não se justifiquem, essas poderão ser configuradas como sonegação fiscal.

A multa pela não entrega mensal do Bloco K pode chegar a 1% do valor do estoque não escriturado.

Via: Jornal Contábil

 

Empresas estão correndo para ajustar sistemas ao SPED Fiscal

As empresas irão passar por uma importante mudança em 1º de janeiro de 2016, conforme programação do calendário do SPED Fiscal. A partir desta data as empresas estarão obrigadas a enviar o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque por meio do Bloco K do SPED Fiscal, conforme o Ajuste Sinief 17/14 que dispôs a obrigatoriedade do Bloco K. Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e os estabelecimentos atacadistas serão impactados diretamente por essa obrigatoriedade, podendo, a critério do Fisco, ser exigida também de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

Cadastro no Bloco K

As empresas deverão cadastrar no Bloco K do SPED Fiscal, qual a matéria prima que será utilizada para a fabricação de um produto, isto é, o consumo específico padronizado, além de perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos para todos os produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.É importante que as empresas iniciem o processo de adequação para se adaptar a essa nova demanda, imediatamente, já que só restam seis meses de prazo.

Entenda melhor

As legislações do ICMS (imposto estadual) e a do IPI (imposto federal) obrigam essas empresas a registrar, nos livros próprios, as ações que realizam. No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas às entradas e saídas, à produção e às quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

O grande problema é a complexidade desse registro, sendo que nele deve se registrar todas as operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para empresas uma ERP bem ampla que forneça uma estrutura para registro dessas informações.

Assim, a Receita Federal terá registrada no Bloco K do SPED Fiscal, as quantidades produzidas e os insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, podendo através desta informação, projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado do contribuinte. Além disso, contará também com as informações de industrialização efetuada por terceiros e dados dos comércios.

Via: Contabeis.com

Empresas só têm seis meses para se adequarem ao Bloco K

Uma importante mudança está sendo programada pelo calendário do SPED Fiscal para o dia 1º de janeiro de 2016. A partir dessa data, as empresas terão a obrigação de enviar o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque por meio do Bloco K do SPED Fiscal, conforme o Ajuste Sinief 17/14 que dispôs a obrigatoriedade do Bloco K.

Quem será impactado diretamente pela mudança: os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e os estabelecimentos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigida de estabelecimento de contribuintes de outros setores.

Por isso, é importante que as empresas estejam atentas a essa necessidade, já que a obrigação é complexa e trabalhosa, devido à necessidade de detalhamento de informações.

O envio já era exigido às empresas antes da nova obrigação, mas isso não era uma prática dos empresários, já que o livro de Controle da Produção e de Estoque quase nunca era exigido, porém, a fiscalização a partir de afora será muito mais ativa.

Com a mudança, as empresas deverão cadastrar no Bloco K do SPED Fiscal, quais os produtos que serão utilizados para a fabricação de um produto, isto é, o consumo específico padronizado, além de perdas normais do processo produtivo e substituição de insumos para todos os produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.

Entenda melhor

As legislações do ICMS (estadual) e a do IPI (federal) obrigam essas empresas a registrar, nos livros próprios, as ações que realizam. No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas às entradas e saídas, à produção e às quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

O grande problema é a complexidade desse registro sendo que nele deve se registrar todas as operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para empresas uma ERP bem amplo que forneça uma estrutura para registro dessas informações.

Assim, a Receita Federal terá registrada no Bloco K do SPED Fiscal, as quantidades produzidas e os insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, podendo através desta informação, projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado do contribuinte. Além disso, contará também com as informações de industrialização efetuada por terceiros e dados dos comércios.

Via: Jornal Contábil

Como a sua empresa está se preparando para o Bloco K?

Muitos profissionais que atuam na área financeira das empresas estão passando por dificuldades para compreender a maioria das demandas ligadas ao Bloco K, o Livro de Controle de Produção e Estoque. Previsto para começar a valer em janeiro de 2016, essa nova obrigação exige um trabalho complexo, e por isso os ajustes necessários para garantir a entrega dessa obrigação acessória não podem ser deixados para a última hora, já que englobam as mais diversas áreas da empresa.

Em resumo, se mantê-la manualmente, em meio físico, já não era tarefa fácil, criar do zero os controles necessários para o modelo no ambiente online – ao contrário do que se poderia supor, mesmo com toda a tecnologia envolvida – será ainda mais trabalhoso.

O processo de adaptação abrange desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros, bem como, ajustes de inventários, compras, vendas e outras operações.

Se preparar para o Bloco K vai muito além de apenas instalar um software. Cada empresa tem características próprias e se encontra em um diferente estágio em relação aos processos internos e integração dos sistemas de ERP, ou seja, de planejamento de recurso corporativo – expressão mais conhecida, em inglês, como enterprise resource planning.

Via: Jornal Contábil

Confira o que muda com o Bloco K do Sped Fiscal

Como já foi amplamente divulgado, o envio do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque, por meio do Bloco K, deve ter início a partir de 1º de janeiro de 2016, como parte do programa do Sped Fiscal. A medida terá impacto, principalmente, nas indústrias e atacadistas. As empresas também serão atingidas com essa nova obrigatoriedade, tendo que registrar todas as entradas e saídas de produtos, bem como as perdas do processo. Apesar de muitas empresas do varejo também estarem preocupadas com as mudanças, até o momento nada foi publicado que leve a acreditar que também terão novas obrigações a seguir.

O que muda com o Bloco K?

Entre as principais mudanças está a facilidade para o cruzamento dos dados dos saldos apurados pelo Sped, com os informados pelas empresas nos inventários. Com o Bloco K, o Fisco passará a ter acesso completo a todos os processos produtivos e movimentações dessas empresas. Assim, em caso de diferenças de saldos que não se justifiquem, essas poderão ser configuradas como sonegação fiscal.

Porém, antes da nova obrigação, as empresas já precisavam possuir esse conteúdo em um livro físico, mas isso não era uma prática dos empresários, já que o livro de Controle da Produção e de Estoque quase nunca era exigido. Agora esse quadro se altera, pois ao entrar no Sped Fiscal, a fiscalização para essa obrigação será muito mais ativa.

Entenda melhor

As legislações do ICMS (estadual) e a do IPI (federal) obrigam essas empresas a registrarem, nos livros próprios, as ações que realizam. No livro Registro de Controle da Produção e do Estoque devem ser registradas às entradas e saídas, à produção e às quantidades relativas aos estoques de mercadorias.

O grande problema é a complexidade desse registro, sendo que nele deve ser registradas todas operações, com uma folha para cada espécie, marca, tipo e modelo de mercadoria. Isso torna imprescindível para empresas um ERP bem amplo que fornaça uma estrutura para o registro dessas informações.

Assim, a Receita Federal terá registrado no Bloco K do Sped Fiscal, as quantidades produzidas e os insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, podendo através desta informação, projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado do contribuinte. Além disso, contará também com as informações de industrialização efetuada por terceiros e dados dos comércios.

Via: Administradores.com

 

Contadores e Empresas estarão prontos para o chamado Bloco K?

Todos os setores da indústria e do atacado devem ficar atentos para o chamado Bloco K. A partir de janeiro de 2016, todo material em estoque terá de ser informado mensalmente ao fisco por meio do SPED. Por exemplo, uma indústria que produz cadeiras precisa de rodinhas, espuma, plásticos, tecidos. O detalhamento de informações sobre a produção e o estoque, para cálculos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ( ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) precisará ser feito mensalmente.

Já o acompanhamento ocorrerá desde a aprovação de uma ordem de produção, passando pela compra de matérias-primas, consumo de insumos, quantidade de produtos fabricados, produção em andamento, além de perda e sobras a cada mês.

A exigência do controle do estoque pelo fisco já é feito há décadas, desde o surgimento do ICMS e do IPI. Tal controle é feito em um livro de registro fiscal das empresas, uma espécie de extrato de conta corrente. Nesse caso, para que o fisco acompanhe a movimentação da indústria ou de um atacado, precisa deslocar um fiscal até a empresa. Agora, vai ser obrigatório o envio dessas informações por meio digital – e mensalmente. O não envio estará sujeito a penalidades.

O bloco K tem se mostrado extremamente complexo, mesmo sendo uma obrigação antiga. Até agora, ainda não havia penalidade específica para o não envio das informações sobre estoques, exceto uma penalidade genérica, que é de 6 UFESPs (R$ 21,25), por livro com falta de informações.

Hoje, os inventários de estoques são declarados pelas empresas anualmente. A empresa informa, por exemplo, que terminou o ano com R$ 1 milhão de estoque.

Norma ultrapassa limites

“A obrigatoriedade de detalhamento das informações de produção e estoque para o fisco aumenta o poder de fiscalização sobre as empresas” afirma Jarbas Andrade Machioni, presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB – SP.

Na sua avaliação, todos esses procedimentos demandam tempo de planejamento, investimentos em equipamentos, qualidade de linhas de transmissão, o que nem sempre um pequeno atacadista possui. “Tudo isso é custo”, afirma Machioni.

Aperfeiçoar o controle do contribuinte faz parte, segundo ele, do dia a dia das Secretarias de Fazenda estaduais e da Receita Federal. “Nesse caso, o fisco pode estar ultrapassando o limite, desprezando a capacidade e as condições do contribuinte. A economia está incerta. Há erros graves na condução da política econômica. Essas medidas são opressoras. O contribuinte precisa ter uma posição firme perante o fisco”, diz.

As empresas instaladas no interior, especialmente em cidades pequenas, podem não estar preparadas para ter de arcar com mais essa obrigação tributária, diz Marchioni. “Não adianta ficar em um gabinete num grande centro estabelecendo normas, e não olhar para fora do país”.

Via: Jornal Contábil